Implantação e operação
- Engenharia especializada
- Tecnologia de ponta
- Padronização de processos
- Suporte operacional contínuo
- Manutenção dos equipamentos por conta da Central
Infraestrutura para a nova mobilidade
Uma rede de eletropostos rápidos com engenharia especializada, tecnologia conectada e operação padronizada. Você investe no ponto. A Central estrutura, opera e gerencia.
O momento
O Brasil tem poucos pontos de recarga rápida para uma frota que cresce em ritmo acelerado. Cada ponto novo entra num mercado com fila — e não disputando espaço.
A rede pública e semipública soma 25,4 mil pontos — e só um terço deles é de recarga rápida.
Recarga rápida (DC)
0 pontos · 34% da rede pública
Carga normal (AC)
0 pontos · 66% da rede pública
São 505 mil carros elétricos em circulação para 8,6 mil pontos rápidos.
59 veículos para cada ponto de recarga rápida
Escala é o gargalo — e o gargalo é a oportunidade.
Um modelo baseado em consumo contínuo: o mercado cresce e a infraestrutura acompanha.
Nossa solução
Localização estudada, tecnologia conectada, operação padronizada e gestão centralizada. O franqueado entra com o ponto e o capital; a Central entra com tudo o que transforma isso em operação.
Apresenta o ponto e realiza o investimento.
Estuda, dimensiona e estrutura a unidade.
Instalação, tecnologia, operação e monitoramento.
Utiliza e paga pela recarga.
A operação gera receita recorrente para o franqueado.
Cobertura iluminada, piso demarcado e sinalização padrão — o ponto é reconhecido de longe.
Simulador
Escolha a potência e ajuste o cenário. Os valores iniciais reproduzem as projeções da apresentação comercial — os controles mostram o que muda quando a realidade do seu ponto é outra.
7.409 kWh entregues por mês
Tarifa cobrada na pistola.
Varia com a distribuidora e o horário.
Composição percentual do faturamento entre impostos, energia elétrica, taxa da Central, gateway de pagamento e resultado do franqueado. Os valores exatos estão na tabela abaixo.
| Componente | Base de cálculo | Valor / mês | % do faturamento |
|---|---|---|---|
| Impostos | ~6% do faturamento | R$ 858 | 6,0% |
| Energia elétrica | R$ 0,86/kWh | R$ 6.372 | 44,6% |
| Central da Recarga | 12% do faturamento | R$ 1.716 | 12,0% |
| Gateway de pagamento | 2,99% do faturamento | R$ 428 | 3,0% |
| Resultado do franqueado | o que sobra | R$ 4.926 | 34,4% |
Projeção ilustrativa. A carga tributária efetiva depende do regime e da localização; o custo de energia varia por distribuidora e horário. A viabilidade real do seu ponto é definida no estudo da Central da Recarga. A manutenção dos equipamentos é responsabilidade da Central e não entra como custo extra.
Quero o estudo de viabilidade do meu pontoGestão, software, monitoramento, O&M — incluindo a manutenção dos equipamentos —, suporte, marketing e desenvolvimento da rede. Sobre o faturamento bruto.
Processamento dos pagamentos feitos pelos usuários. Sobre o faturamento bruto.
Estimativa de tributos sobre a operação. Depende do regime e da localização.
Custo da energia utilizada para realizar as recargas. Sobre o consumo, não sobre o faturamento.
A unidade
Estrutura moderna, sinalizada e replicável. Cada unidade sai igual — é isso que transforma pontos isolados em rede.
O que a Central entrega
Como funciona
Sete etapas, com a Central ao lado em todas elas.
Conhecemos o perfil do investidor, a cidade de interesse e as características do ponto.
Avaliamos localização, fluxo, demanda potencial, infraestrutura elétrica e viabilidade.
Com base no estudo, definimos a potência e a configuração: 40, 60 ou 80 kW.
Investimento, condições comerciais, projeções e documentação da franquia.
Engenharia, adequações, instalação do carregador, cobertura e identidade visual.
Configuração do sistema, testes, integração à plataforma e liberação.
A unidade fatura e passa a contar com gestão, suporte, manutenção dos equipamentos e marketing da Central.
Dúvidas frequentes
Respostas diretas, com os números da apresentação comercial. O que for específico do seu ponto sai do estudo de viabilidade.
O investimento varia de R$ 83 mil a R$ 138 mil, conforme a potência da unidade: R$ 83 mil no modelo de 40 kW, R$ 126 mil no de 60 kW e R$ 138 mil no de 80 kW. O valor cobre o equipamento de recarga, a infraestrutura, a cobertura e a identidade visual da franquia. A Central estuda o seu ponto e indica qual configuração faz sentido — nem sempre a maior potência é a melhor escolha.
Nas projeções da rede, o payback fica entre 13,8 e 18,5 meses, conforme a potência e o movimento do ponto, com média em torno de 15 meses. São projeções baseadas em cenários observados e não constituem garantia de resultado: o prazo real depende da localização, do fluxo de veículos e da tarifa de energia da região.
O franqueado apresenta o ponto e realiza o investimento. A Central cuida de todo o resto: estudo de viabilidade, análise da infraestrutura elétrica, dimensionamento, projeto, fornecimento e instalação dos equipamentos, identidade visual, integração do carregador à rede, software de gestão, monitoramento, suporte técnico, manutenção dos equipamentos (O&M) e marketing da rede.
A Central da Recarga, como franqueadora. A manutenção dos equipamentos da unidade é responsabilidade da franqueadora, não do franqueado. Ela faz parte da operação e manutenção (O&M) executada pela Central e está entre os serviços cobertos pela taxa de 12% sobre o faturamento — o franqueado não precisa contratar assistência técnica para os equipamentos.
Não. A engenharia, a instalação, a configuração e a operação da unidade ficam com a Central da Recarga. O franqueado entra com o ponto e o capital; a operação é padronizada e acompanhada de forma contínua pela rede.
Locais com fluxo e tempo de permanência: postos de combustível, supermercados e shoppings, hotéis, restaurantes e lojas de conveniência, estacionamentos e terrenos próprios em vias de passagem. O que define é o estudo de viabilidade, que avalia localização, fluxo, demanda potencial e a infraestrutura elétrica disponível.
A estação padrão tem 5,75 m de largura e 2,87 m de profundidade com a cobertura, e 3,20 m de altura total, sendo 2,60 m de altura livre. A área de estacionamento é de 5,00 m, com duas vagas de 2,50 m cada. O equipamento de recarga mede 550 × 762,5 × 300 mm e tem duas pistolas.
Sobre o faturamento bruto incidem 12% da Central da Recarga (gestão, software, monitoramento, O&M, suporte, marketing e desenvolvimento da rede) e 2,99% do gateway de pagamento. Os impostos são estimados em cerca de 6%, variando com o regime tributário e a localização. A energia elétrica é o maior custo variável, em torno de R$ 0,86 por kWh entregue. O que sobra depois disso é o resultado do franqueado. A manutenção dos equipamentos não é um custo à parte: é responsabilidade da Central e está coberta pelos 12%.
A escolha sai do estudo de viabilidade feito pela Central da Recarga, não do franqueado sozinho. Potência maior significa recarga mais rápida e faturamento potencial maior, mas também investimento maior — e nem todo ponto tem demanda ou infraestrutura elétrica que justifique.
São sete etapas: cadastro do interessado, análise do ponto, definição do modelo de potência, proposta e formalização, projeto e implantação, ativação da unidade e, por fim, operação com gestão, suporte, manutenção dos equipamentos (O&M) e marketing da Central.
Não. Os valores apresentados são projeções baseadas em cenários observados e não constituem garantia de resultado. O faturamento real depende do fluxo do ponto, do preço praticado na pistola, do custo da energia na região e do ritmo de adoção de veículos elétricos na cidade.
Ficou alguma dúvida de fora? Fale com a gente — respondemos antes de qualquer proposta.
Vamos começar?
Sem custo e sem compromisso. Avaliamos localização, fluxo, demanda potencial e infraestrutura elétrica antes de qualquer proposta.